quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Itália dando um bom exemplo para nós


"Itália irá abolir lista de raças de cães perigosos e substituí-la pela responsabilidade dos donos
Pitbull livre sem focinheira? Na Itália, esta liberdade está proibida a partir de abrilA Itália anunciou que vai abolir a lista de raças perigosas e substitui-la pela responsabilidade penal e civil dos donos de cães, além de proibir o adestramento para agressividade, o doping e as cirurgias estéticas — cachorro só vai entrar na faca se for por problemas de saúde.

"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", assinalou a vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini.

O novo decreto sobre "cães e agressões" entra em vigor em abril e prevê também que os veterinários deverão organizar um cadastro da cachorrada considerada violenta — e estes cachorros enfezados só poderão circular de coleira e focinheira.

O decreto tem sete artigos e inclui algumas obrigações básicas, como aquela que prevê que o dono é o responsável pelas fezes que seu cão faz na rua, informou a agência de notícias Ansa.

Segundo Francesca, os métodos adotados nos decretos anteriores sobre cães "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas.

O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes; com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", finalizou a vice-ministra."

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Meu aluninho Pingo quer uma namorada!



"Oi gente! Sou o Pingo, um Lhasa Apso de 6 anos, sou inteligente, simpático, tive aulas para me comportar bem e também sou mto brincalhão, mas estou um pouco triste, pois me falta uma namoradinha.... alguém se habilita? "

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Animais de estimação ajudam e muito!


"Chegada de um animal de estimação em casa melhora comportamento de crianças autistas

Estudo mostrou que passoas com a síndrome podem se beneficiar se passarem a ter um animal a partir dos cinco anos de idade

Cachorro e criança

Cachorro e outros animais podem melhorar aspectos específicos da relação social de pessoas com autismo(Stockbyte/Thinkstock)
Uma pesquisa publicada nesta quarta-feira no periódico PLoS One mostrou que o contato com animais de estimação pode ter um efeito positivo no comportamento de crianças autistas. Segundo especialistas do Centro de Pesquisa do Hospital de Brest, na França, pessoas com a síndrome que passam a ter um cão ou um gato, por exemplo, depois dos cinco anos de idade podem apresentar um melhor relacionamento com outras pessoas do que os indivíduos que já nascem em lares com a presença algum bicho ou que passam a vida sem conviver com um.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Does Pet Arrival Trigger Prosocial Behaviors in Individuals with Autism?

Onde foi divulgada: periódico PLoS One

Quem fez: Marine Grandgeorge, Sylvie Tordjman, Alain Lazartigues, Eric Lemonnier, Michel Deleau e Martine Hausberger

Instituição: Hospital de Brest, França

Dados de amostragem: 260 pessoas com autismo

Resultado: Pessoas com autismo que passaram a ter animais de estimação a partir dos cinco anos de idade se relacionam melhor socialmente do que quem nunca conviveu com algum bicho de estimação. Embora de forma menos intensa, quem nasce em lares com animais também apresentam melhora
No artigo, os autores explicam que, embora a terapia envolvendo contato com animais já venha sendo recomendada a crianças com autismo há algum tempo, os resultados concretos dessa abordagem nunca haviam sido estudados.
Participaram da pesquisa 260 indivíduos de seis a 34 anos que tinham a síndrome. As pessoas que passaram a ter algum animal de estimação a partir dos cinco anos de idade apresentaram melhora em alguns aspectos específicos do comportamento social: elas se sentiam mais confortáveis e se mostravam mais solidárias quando se relacionavam com outras pessoas do que pacientes que nunca tiveram um animal. Os participantes que já nasceram em casas com a presença de animais também mostraram uma melhor relação social, embora menos intensa do que o outro grupo. Para os autores do estudo, esses resultados devem incentivar outras pesquisas que aprofundem os mecanismos envolvidos na relação entre pessoas com autismo e animais."



FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/chegada-de-um-animal-de-estimacao-em-casa-melhora-comportamento-de-criancas-autistas